terça-feira, 8 de junho de 2010

O ESPÍRITO - FAMÍLIA AQUI E LÁ!!!!

Continuamos com as questões sobre afeição em que abordam o tema família do livro “O Consolador”, famílias no plano espiritual!

Questão 176 – As famílias espirituais no plano invisível são agrupadas em falanges e aumentam ou diminuem, como se verifica na Terra?
- Os núcleos familiares do além agrupam-se, igualmente, em falanges, continuando aí a obra de iluminação e de redenção de alguns componentes dos grupos, elementos mais rebeldes ou estacionários, que são impelidos, pelos seus companheiros afins, aos esforços edificantes, na conquista do amor e da sabedoria.
De maneira natural, todos esses núcleos se dilatam, à medida que se aproximam da compreensão do Onipotente, até alcançarem o luminoso plano de unificação divina, com as aquisições eternas e inalienáveis do infinito.

Percebemos que nada muda drasticamente seja aqui na Terra ou no plano espiritual, vivemos em família aqui e viveremos em família lá desde que tenhamos condições para isso, ou seja, há aqueles que poderão mediante suas trajetórias na vida ficarem perdidos unidos a grupos de obsessores, envolvidos em situações criticas, mas que foram criadas por eles e que precisarão de um tempo para reconhecer seus erros e começar a mudar o destino traçado por eles mesmos.
Outros poderão ter ali a união com os seus amigos espirituais e que venham a formar famílias espirituais do outro lado da vida. Em muitos casos essas famílias estão formadas e esperam nosso regresso para que possamos nos unir a eles novamente. Poderá claro ali haver membros da família carnal que se tornaram ou já eram espíritos afins e nos reencontraremos com eles.
Essa família espiritual vive e trabalha na espiritualidade, cada um tem sua tarefa, os mais conscientes, evoluídos amparam e incentivam os que ainda possam estar revoltados, parados sem saber o que fazer, sem um destino correto, todos são impelidos a mudar a situação, recebem orientações, freqüentam cursos, estudos, isso para todos mesmo os mais evoluídos freqüentam os estudos, pois, o aprendizado é infinito, e assim todos juntos tentam colaborar um com o outro para que haja o progresso.
São famílias comuns como na Terra, basicamente com o mesmo objetivo, a evolução de todos e a conquista da harmonia, compreensão e amor entre todos os membros.
E constantemente esses núcleos podem ficar maiores ou menores dependendo do caminho que cada membro deverá seguir. Como grande parte desses espíritos ainda não são perfeitos precisarão reencarnar, assim deixam suas famílias espirituais para cumprirem suas tarefas na Terra! Outros voltam após a passagem terrena, portanto pode ocorrer que quando estamos na Terra, uma parte está no plano e vice versa!
Tudo esse processo tem um objetivo muito maior que é de unir todos nós em uma grande família que continue a ajudar a quem precise seja no plano espiritual ou na Terra! Quem atinge seu estágio de perfeição sempre irá buscar alguém que ficou para trás assim tarefas há para todos nós, jamais deixaremos de trabalhar!!!

Fomos, somos, seremos família aqui na Terra ou na espiritualidade, de uma forma ou de outra todos nós estaremos juntos um dia!


Álbum Alma Espírito!

O elenco antes de entrar em cena!!! Todos muito sérios! Até parece!!! Quem conhece essa trupe que compre, hehehehe!


"Vídeo Arte" - The Beach Boys - "God Only Knows" - Somente Deus Sabe - Nós não sabemos nada e Deus sabe exatamente quem somos, nossos desejos e o que precisamos!!!

segunda-feira, 7 de junho de 2010

CRÔNICA DA ALMA - PEQUENA OU GRANDE?

Nada melhor que passar alguns dias fora da grande cidade, respirar outro ar, ver outros tipos de pessoas, andar por ruas que parecem ligadas ao passado, passar dias em uma cidade do interior é como se o tempo voltasse ou parasse!
Aqui na cidade grande estamos acostumados a correria do dia a dia, enfrentar mil coisas ao mesmo tempo, estarmos sujeitos a várias condições climáticas, do humor das pessoas, do trânsito, dos transportes, ou seja se observarmos vivemos em um grande caos!
Na cidade do interior tudo é mais simples, não há tráfico, aliás, para onde fui só existe um semáforo, quase todo mundo anda de bicicleta, moto, mas transito ninguém sabe o que é isso. Um dia normal de trabalho parece um feriado, tudo é muito lento, quase não se vê pessoas nas ruas, a cidade respira uma calma enorme, e ficamos a nos perguntar como esse pessoal trabalha? Vive? Tudo é muito devagarrrrrr...
Atmosfericamente é muito melhor que em nossa cidade, não há poluição, o céu é muito azul, forte que cobre tudo, o sol brilha com muita intensidade, e a brisa passa por nós como se falasse para nós entrarmos no ritmo que ali vivem todos.
Ninguém corre para nada, fila de bancos é pequena, e eles adoram ir ao banco, pois, ali encontram amigos e conversam, os atendentes são conhecidos, não há o porquê reclamar da demora, acaba por virar uma visita.
Nas lanchonetes ou restaurantes que não são muitos, tudo é muito na deles, não há correria para atender o cliente e muitas vezes um lanche demora uma hora para ser servido e não adianta reclamar eles continuam no mesmo ritmo.
Nosso dia de trabalho é corrido, mal vemos e falamos com as pessoas, lá no interior eles têm tempo para tudo, trabalhar, conversar, ouvir, ver, para eles é tudo normal, para nós de fora uma comédia e perguntamos como eles conseguem viver assim?
Nós corremos, nos atropelamos, não respeitamos as pessoas, nem olhamos em seus olhos, já na pequena cidade, todos se cumprimentam mesmo que não conheçam, se interessam pelos outros, há toda uma solidariedade normal, o que aqui fazemos como treino, para eles é da vida.
Claro há problemas iguais da cidade grande, muitos jovens estão nas drogas, no álcool, o sexo corre solto, nas baladas tudo acontece, nesse ponto em particular nada é muito diferente!
Muito falatório corre solto, afinal cidade pequena, todo mundo fala de todo mundo, é colocar o nariz para fora e pronto, todo mundo sabe o que você vai fazer, ou fez, não há segredos por muito tempo, por mais que queiramos esconder algo no interior tudo vem à tona muito rápido, as línguas lá são ligeiras!
Há vantagens em estar no interior e na cidade grande, assim como desvantagens em ambos os casos. Na verdade estamos vivendo onde precisamos, com quem precisamos e nós fazemos nossas escolhas, podemos mudar tudo isso? Sim podemos, mudar tudo, em alguns casos dá certo, a vida até melhora, em outros é um verdadeiro desastre e voltamos para nosso ponto de origem. Tudo é conforme nos conquistamos!
Se por um lado tudo é muito lento e por outro tudo é muito rápido, acho que precisamos repensar e talvez em ambos os casos chegar a um meio termo. Nem rápido e nem devagar, mas no tempo exato para que haja progresso, tempo de todos se relacionarem, viverem, termos tempo de sentir a vida, ver o que está a nossa volta, sentir a nós mesmos.
A cidade grande tem muito a ensinar a cidade pequena, assim como a cidade pequena tem muito a ensinar a cidade grande, grandes experiências poderão ser vividas quando nós soubermos viver em um misto de ambos os lugares e descobrir o quanto ainda temos a aprender e ensinar um ao outro.
Cidades não são feitas somente de concretos, mas também dos sentimentos de sua gente!


Álbum Alma Espírito!!!!
Bastidores na coxia de Teatro Escola Nill de Pádua!!! Antes de entrarmos em cena tudo acontece!





"Vídeo Arte" - Joni Mitchell - "Both Sides Now" Os dois Lados Agora - De que lado estamos? Existem mais de um lado? Qual o lado da verdade? Afinal precisamos escolher um lado?

sexta-feira, 4 de junho de 2010

ESPÍRITO EM CENA - AUUUUUUUUUUUUUU!!!!

Sempre a energia do teatro nos leva a sentir emoções e sentimentos que são inexplicáveis quando estamos no palco. Só quem sobe em um tablado para representar é que pode dizer como é uma força de outro mundo, uma energia inebriante, contagiante que nos leva a querer sempre estar no palco.
Na última apresentação de “As Notas” no Teatro Escola Nill de Pádua foi assim o primeiro sentimento é de um frio na barriga, um certo nervosismo aparece, mesmo com tempo de prática no palco, mas é inevitável parece que sempre é a primeira vez. Tivemos quase 20 pessoas na platéia, a maioria já havia visto, são os amigos, parentes, público novo, alguns amigos e um casal que ganhou os ingressos de um site ao qual nós colocamos anúncio da peça. Coitados devem ter odiado, hahaha, eu não vi, mas alguns me contaram que o cara tava dormindo, hahaha, teatro é assim nunca vamos contentar todos.
Nossa apresentação correu bem, houve um momento de apreensão quando a música falhou bem em uma das danças, o som engasgou, mas o elenco se manteve na sintonia e encerrou a dança mesmo sem a música. Nesse ponto houve uma cena inusitada de um acessório de cena, o troféu usado em cena que veio para a coxia, foi chutado de volta à cena e chutaram de volta para coxia, uma comédia e eu não podia rir lá trás.
Em outra dança eu pisei várias vezes no revólver usado em cena porque estava na marcação errada, quase chutei, mas o risco era ele ir parar para fora do palco.
Entre uma cena e outra de troca de roupas, no camarim no escuro, pois, se deixássemos a luz acesa refletiria no palco, eu, Jeferson e Patrícia estávamos nos trocando, mas o Jeff não conseguia enxergar para abotoar a camisa, e ainda precisava vestir a calça, eu e a Patê também não conseguíamos enxergar nada, aí a cena dele começou, apesar de eu ter pedido para colocarem o cenário bem devagar, a Fabiana começou o texto e o Jeff saiu voando com a camisa torta e a calça com o cinto desarrumado, a cena é dramática, e até que a situação da personagem do Jeff combinou com a maneira que ele estava vestido em cena. Ponto para nós.
No restante a peça aconteceu até o seu final na boa. As danças foram todas bem realizadas, estávamos com espíritos de dançarinos, hahaha, ao final o dever estava cumprido.
Última apresentação deixa a vontade de mais, por nós as apresentações seriam semanais, contudo ainda precisamos de muita base para isso (dinheiro) para pagar as apresentações. Contudo essas nossas experiências tem valido a pena para que possamos desenvolver o lado cênico no seu todo, produção, divulgação, apresentação, movimentação, transporte, vai de um lado ao outro, somos verdadeiros ciganos, um circo teatral que roda para onde precisa ir. O importante é nunca parar, sermos persistentes e muito aventureiros.
Desmontar tudo, arrumar nossas malas, verificar se não esquecemos nada e voltar para casa, assim é a vida de atores, não paramos um minuto, o Teatro Escola Nill de Pádua é um teatro pequeno, porém, com uma energia que nos pega, nos deixa prontos para a apresentação, é muito forte, e isso ajuda demais em todo processo de atuação e trabalho, um local que recomendo a todos que quiserem se apresentar, A Cilene que toma conta de tudo é excelente, nos acolheu bem, com muita positividade para que tudo desse certo e deu!
Aguardem mais aventuras! Vem aí mais uma apresentação de “As Notas” e nossa nova produção já está em gestação com força total!
Dica: 2010 – 60 anos da Televisão Brasileira!!!!
Ao sair do teatro, na rua, lua cheia e a vontade de uivar de alegria e claro que eu uivei:
Auuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu...!!!

"Vídeo Arte" - "As Notas" - Cena 03 - A dança que ficou sem som!!! Pesadelo Macabro! Tudo pelo teatro, sempre continuar aconteça o que acontecer!!!


"Vídeo Arte" Enya - "Cursum Perficio" - Uma música para mexer com nossa alma, nosso interior e que deixa a mensagem final: Eterna!!!